quarta-feira, 24 de maio de 2017

PLANETAS INTERNOS DO SISTEMA SOLAR


MERCÚRIO – A distância máxima do planeta ao Sol é de 77 milhões de quilômetros (Afélio) e a mínima é de 46 milhões (Periélio). Devido à grande excentricidade de sua órbita a temperatura sofre uma grande elevação quando está no periélio. No dia de Mercúrio a temperatura atinge 430 ºC e do lado oposto, ou seja, durante a noite, essa temperatura cai para –180 ºC. Vemos nesse caso a maior amplitude térmica do sistema solar, que é cerca de 600 ºC. Fotos tiradas por sondas espaciais mostram que ele é muito parecido com a Lua, por causa do grande número de crateras, mas sua composição química tanto da superfície quanto do seu interior é parecida com a da Terra. Não é somente a distância, mas também o tamanho do dia, que aumenta tanto o calor, quanto o frio. Todavia, se tivesse um dia igual ao da terra, assim mesmo sua temperatura seria altíssima, porque não teria muito tempo para se resfriar no lado noturno.


VÊNUS - Vênus é queimado por uma temperatura à superfície de aproximadamente 482 ºC. Esta elevada temperatura deve-se principalmente a um rápido efeito estufa originado pela pesada atmosfera de dióxido de carbono. A luz do Sol passa pela atmosfera e aquece a superfície do planeta. O calor é irradiado, mas fica aprisionado pela densa atmosfera que não permite a sua fuga para o espaço. Isto torna Vênus mais quente que Mercúrio. Um dia em Vênus tem 243 dias terrestres e é mais longo que o seu ano de 225 dias. Curiosamente, Vênus gira de leste para oeste. Para um observador em Vênus, o Sol nasceria à oeste e teria o seu ocaso a leste.

Depois da TERRA que conhecemos, MARTE é o último planeta terrestre, com metade do diâmetro da Terra. Visto através de um telescópio, Marte se apresenta como um disco avermelhado e com manchas escuras, com calotas polares brancas. Estas calotas polares se alteram durante o ano marciano, a cada estação, indicando que são formadas de gelo. O aspecto do céu marciano é avermelhado devido a poeira em suspensão na atmosfera. O dia marciano tem cerca de meia hora a mais que o terrestre e na superfície do planeta ocorrem tempestades de poeira. Foram enviadas sondas para obter mais detalhes sobre Marte, estas revelaram crateras, especialmente no hemisfério sul, já que no hemisfério norte há abundância de bacias de origem vulcânica e vulcões. O maior vulcão é o Monte Olimpo, sua base tem raio de cerca de 300km e cerca de 20km da base ao topo. Há também canyons, o maior deles é o Valles Marineris, com 5000km de comprimento, 200km de largura e 6km de profundidade. Sondas espaciais descobriram leitos de rios secos. 

A temperatura atual e a pressão não permitem a existência de água na forma líquida, então estes leitos deveriam ser formados por rios que existiriam logo após a formação de Marte; atualmente a maior parte da água se encontra nas calotas polares a quilômetros de profundidade. A temperatura das calotas polares indica que são formadas de água e gelo de dióxido de carbono. O solo é avermelhado devido a existência de óxido de ferro. A atmosfera de Marte é composta principalmente de dióxido de carbono, vapor d'água quase inexistente. Marte possui dois satélites naturais, Fobos e Deimo

Posted by Charlie Bonêt Dávan – Gazen Master of the Mystic Order Gazen 13




terça-feira, 23 de maio de 2017

O SISTEMA SOLAR

No sistema solar, os nove planetas diferenciam em dimensão e aspecto.  Os quatro planetas mais próximos do sol são conhecidos como planetas terrestres ou internos (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) seguidos por um cinturão de asteróides, pequenos planetas com diâmetros de menos de 1.000 km, onde se destaca Ceres com 914 km de diâmetro. Os quatro seguintes são conhecidos como planetas gigantes, gasosos ou externos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) também seguido por um cinturão de asteróides conhecido como cinturão de Kuiper onde começa a fronteira do sistema solar. Plutão ou anão do gelo com 2.300 km de diâmetro é o planeta mais distante do Sol 4.425 a 7.375 milhões de Km. Possui uma lua chamada Caronte que tem 1.200 km de diâmetro. 

Todos os planetas do sistema solar descrevem órbitas elípticas e assim sendo possuem distâncias variáveis em relação ao sol. Entretanto a distância média em quilômetros de cada um deles em relação ao sol é a seguinte: Mercúrio – 57.900.000; Vênus – 108.200.000; Terra – 149.600.000; Marte – 227.900.000; Júpiter – 778.300.000; Saturno – 1.427.000.000; Urano – 2.871.000.000; Netuno – 4.504.000.000 e Plutão – 5.916.000.000. Quanto maior à distância do planeta em relação ao sol, maior o tempo o período de translação ou orbital em volta do sol. A exemplo, Mercúrio leva 88 dias para dar a volta ao redor do sol, a Terra 365,26 dias, Urano 83,75 anos e Plutão 248 anos.

Os planetas brilham no céu apenas porque refletem a luz solar. O planeta com aspecto mais luminoso é Vênus e pode ser visto a olho nu por estar mais próximo da Terra. Plutão só é observado através de telescópio. Plutão é formado por rochas e gelo (crosta composta de metano congelado, manto composto de materiais congelados e núcleo rochoso). A maioria dos planetas possui satélite natural ou luas. Os cometas e asteróides são resíduos do sistema solar primitivo. O cometa mais conhecido é o Halley que passa pela Terra a cada 76 anos. Plutão é o último planeta do sistema solar e a partir dele existem outros sistemas estelares sendo a estrela mais próxima a Alfa Centaurus (4,2 anos-luz da Terra), Sírius (8,6 anos-luz) Procyon (11,4 anos-luz) e Altair (16,6 anos-luz). Assim, podemos entender que a Terra é um planeta médio girando em torno de uma estrela média “o sol” na periferia de uma galáxia aspiral comum “a Via-láctea” que é apenas uma dentre um trilhão de galáxias do Cosmos e que o ser humano corresponde a um determinado estágio de evolução na vida cósmica.


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segunda-feira, 22 de maio de 2017

O CATACLISMA DE 9.500 a.C.

É tão antigo quanto próprio tempo. Em 9.500 a.C. asteróides caem por toda a Terra e as marcas do cataclismo ainda são visíveis. Nos Andes, onde ficam ruínas do Tiahuanaco, existem vestígios de que, segundo pesquisadores, seriam de cidades civilizadas pelos atlantes. Estas ruínas incluem casas, templos, ruas, monumentos e um poderoso porto marítimo, que estão hoje a 3.000 metros de altitude, devido a uma brusca elevação dos Andes, evidencias que comprovam que tudo aquilo já esteve, algum dia, ao nível do mar.

 Na porta do Templo do Sol, uma das mais grandiosas construções desta cidade, foram encontrados hieróglifos mostrando a posição do Sol no céu na época de sua construção. Este dado permitiu que os astrônomos pudessem calcular a data da catástrofe: aproximadamente 9.500 a.C. que coincide com o afundamento e destruição de Atlântida. Ao todo 21 civilizações (contando com a nossa) já passaram pela Terra sendo que 17 retornaram às estrelas como Arturianos, Lirianos, Draconianos de Rigel, Canopeanos, Zetas de Ápice, Andromedas, Cygnusianos, Centaurianos, Sirianos, Elohim, Reptelianos, etc. A primeira espécie humana adâmica, que é a nossa base, chegou na Terra em 4.026 a.C, vindos do sistema da estrela Vega que fica no centro de Lira e da constelação de Andrômeda.

 Aproximadamente no ano 4.000 a.C. na Mesopotâmia (atual Iraque), surge o primeiro alfabeto a que temos conhecimento; através de desenhos simplificados “pictogramas” expressavam suas realidades. Em todo o processo da evolução Humana terrestre houve também a presença de nossos irmãos humanos extraterrestres: seres de Alpha de Capella na constelação de cocheiro (da qual muitas dissidências encarnam aqui até hoje). Há cerca de 3.700 a.C., existia uma humanidade em Capela muito parecida com a terrestre apresentando um notável padrão de evolução tecnológica.

 As almas que não tinham alcançado um determinado grau de evolução foram retiradas do planeta, espiritualmente e levados para a Terra, onde continuariam suas evoluções espirituais, através do processo natural de renascimentos. Entre 3250 e 1950 a.C. através dos sumérios surge a escrita cuneiforme onde gravavam figuras sobre tábuas de argila utilizando-se de estilete. Surgem grandes movimentos políticos e religiosos e Templos Politeístas. Os sumérios foram dominados pelos acadianos por volta de 2300 a.C. Em 2050 a.C. recuperam sua autonomia. ]

Em nosso planeta, a participação de humanos arianos provindos da Constelação de Orion e da raça humana cetácea e anfíbia de Sírius, que fica a 8,6 anos-luz de distância, foi total e maciça. De tempos em tempos é promovido o alijamento de espíritos imperfeitos para outros mundos e, no mesmo período, a imigração de espíritos de outros orbes para a Terra. O cataclisma aconteceu antes e vai acontecer de novo. A questão é, quando?

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